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O Terceiro Segredo de Fátima
O Cardeal Ratzinger fala sobre

O Terceiro Segredo de Fátima

Com um comentário do Padre Joseph de Ste. Marie


Como prometemos no Nº 17, reproduzimos aqui os comentários esclarecedores do Cardeal Ratzinger sobre o Segredo de Fátima. São especialmente esclarecedores se forem lidos juntamente com o comentário de um teólogo de renome mundial, especialista em Fátima, o Padre Joseph de Ste. Marie. O Padre Joseph é Professor de Teologia Sacra na Faculdade Pontifícia de Santa Teresa em Roma.

O Segredo de Fátima foi revelado por Nossa Senhora em 13 de Julho de 1917. Foi escrito pela Irmã Lúcia, por ordem do seu superior religioso, e enviado para o Vaticano num envelope lacrado. O Segredo deveria ser aberto em 1960. Foi aberto e lido no Pontificado de João XXIII, mas não foi divulgado ao público, como se esperava. O Cardeal Ratzinger permitiu ser entrevistado sobre este e outros assuntos. Os seus comentários foram inicialmente publicados, com a sua permissão, numa revista italiana, e agora apareceram num livro. O texto publicado na revista é aqui reproduzido integralmente. O comentário do Padre Joseph de Ste. Marie foi inicialmente publicado em França. Este artigo começa com o seu comentário.

http://www.fatimacrusader.com/cr18/images/CR18pgS-4_1.jpg

A Irmã Lúcia com o Papa João Paulo II.


(I) Um ponto de viragem

Alguma coisa sucedeu em Roma entre o fim do Verão e o princípio do Outono [de 1984]. Isto é testemunhado por dois factos, que indicam a direcção que este movimento tomou: por um lado, a condenação da "teologia da libertação" pela Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé, por uma "Instrução" datada de 6 de Agosto e publicada em 3 de Setembro; por outro lado, a autorização, sob certas condições, do uso do rito litúrgico tradicional romano (impropriamente chamado "Missa de S. Pio V" ou "Missa Tridentina"), que foi dada numa circular da Sagrada Congregação para o Culto Divino, com data de 3 de Outubro, e comunicada ao público em 15 de Outubro (foi publicada, em tradução italiana, em L'Osservatore Romano de 17 de Outubro).

A combinação destes dois actos, um a condenar o erro e o outro a re-estabelecer a verdade, é sintomática. Não demonstrará que a Igreja se encontra hoje num ponto de viragem da sua história, cerca de 20 anos depois do fim do Concílio Vaticano II?1

É possível pensar assim, mesmo que que se possam citar outros factos no sentido contrário, porque ambos os casos atrás indicados apontam meramente para um primeiro passo num movimento que, pela força das coisas, continuará a desenvolver-se.

Numa longa entrevista dada à revista italiana Jesus em 11 de Novembro de 1984 – ao mesmo tempo serena e clarificante – o Cardeal Ratzinger, Prefeito da Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé, explica a direcção deste movimento.

O texto desta entrevista será integralmente publicado num livro a sair em Janeiro de 1985. Depois de ler este texto, é possível dizer que já constitui um ponto de referência na história do nosso tempo. As respostas do Cardeal cobrem a maior parte das áreas da vida da Igreja: O Concílio; o período pós-conciliar; a Igreja e o mundo; a crise na Igreja; teologia, moral, etc. Limitar-nos-emos aqui ao que se refere à Bem-Aventurada Virgem Maria e, mais precisamente, ao "Terceiro Segredo de Fátima". Mas foi necessário colocar estas declarações no contexto que acabámos de delinear.

(II) O texto da entrevista

O Cardeal admite, muito honestamente, que agora compreende muito melhor o papel que a Tradição atribuía a Maria do que na altura do Concílio. E é muito possível que um conhecimento mais profundo da Mensagem de Fátima tenha tido algo que ver com isso. Como ele disse: "Tive de mudar de opinião."

A certa altura, depois de explicar aos leitores que uma das quatro secções da Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé trata das aparições de Nossa Senhora, o entrevistador da revista Jesus diz-nos que fez a seguinte pergunta ao Cardeal: "O Senhor Cardeal leu o chamado ‘Terceiro Segredo de Fátima’, que a Irmã Lúcia enviou ao Papa João XXIII e que este, não o querendo revelar, ordenou que fosse depositado nos arquivos [do Vaticano]?" Em resposta, o Cardeal Ratzinger disse: "Sim, li-o," e a franqueza desta resposta levou a outra pergunta: "Porque não foi, então, revelado?" A isto, o Cardeal deu a seguinte resposta, que é muito instrutiva:


"Porque, de acordo com a apreciação dos Papas, não acrescenta nada de novo àquilo que cada Cristão deve saber com respeito à Revelação: uma chamada radical à conversão; a absoluta seriedade da história; os perigos que ameaçam a Fé e a vida do Cristão, e, consequentemente, do mundo. E, também, a importância dos ‘Novíssimos’ (ou seja, os últimos acontecimentos no fim dos tempos). Se [o Segredo] não foi tornado público — pelo menos por agora — foi para impedir que a profecia religiosa viesse a descambar no sensacionalismo. Mas o conteúdo deste ‘Terceiro Segredo’ corresponde ao que é anunciado nas Sagradas Escrituras e que tem sido dito, muitas vezes, em várias outras aparições marianas, a começar por esta, de Fátima, no seu conteúdo já conhecido. Conversão e penitência são condições essenciais para a salvação."

(III) Análise das observações
do Cardeal Ratzinger

Se lermos esta resposta com atenção, podemos ver que é de importância capital e que confirma o que já se sabe ou pode ser inferido do que já se sabe.

(1) O Terceiro Segredo não foi revelado à Igreja e ao mundo porque os Papas julgaram e decidiram que não devia ser revelado. E têm o poder efectivo para o fazer.

(2) A primeira razão para esta decisão é que o Segredo não acrescenta nada à revelação apostólica do Evangelho, particularmente quanto aos pontos seguintes: (a) uma chamada à conversão; (b) a seriedade absoluta da história; (c) os perigos que ameaçam um mundo que se recusa a crer em Deus, e que se referem especialmente à Fé e à vida dos Cristãos e, portanto, à vida de todo o mundo; (d) a importância de meditar sobre a doutrina da escatologia ... O tratado teológico clássico De Novissimis estuda estes acontecimentos misteriosos do fim dos tempos; e é a estes acontecimentos e à importância de meditar sobre eles que o Cardeal se refere aqui.

(3) A segunda razão dada para o silêncio do Papa é a preocupação de que a profecia religiosa seja confundida com uma busca de sensacionalismo.

Vejamos novamente as palavras "pelo menos por agora." Dão-nos a entender que, se os perigos que nos ameaçam se tornarem ainda maiores, talvez um dia se faça a publicação do "Terceiro Segredo".

(4) Voltando a estas duas razões, o Cardeal: (a) reafirma que o conteúdo da Mensagem está de acordo com as Sagradas Escrituras; (b) acrescenta que, ao nível de profecia, pode encontrar-se noutras revelações de Nossa Senhora; (c) a começar pela de Fátima, na parte [da Mensagem] que já é conhecida.

(5) Finalmente, ao fazer um resumo do que é mais urgente, diz que conversão e penitência são condições necessárias para a salvação.

(IV) Reflexões sobre as
referidas observações

(1) A primeira coisa a sublinhar, como se vê pelo ponto 5 da nossa análise, é que se trata de uma Mensagem de salvação. O critério supremo para decidir sobre a oportunidade da sua difusão é, portanto, o bem sobrenatural do Homem, ou seja, aquilo que se chama a salvação das almas. Com efeito, é aqui que se pode encontrar a finalidade de toda a Mensagem de Fátima.

(2) O seu conteúdo resume-se aqui às palavras "conversão e penitência," que constituem, de facto, o apelo eterno do Evangelho; mas também é revelado pelas razões [dadas pelo Cardeal] para o silêncio dos Papas. Além disso, é de facto evidente que, tendo lido o "Terceiro Segredo" e referindo-se explicitamente ao que já se conhece de toda a Mensagem de Fátima, o Cardeal não ignora o papel que Deus atribui a Maria, e mais precisamente ao Seu Imaculado Coração, para obter a salvação das almas e do mundo, e especialmente a salvação da Rússia. Responde a uma pergunta exacta que, para ele, é muito delicada, dada a sua posição na Igreja; não está a tratar de Fátima no seu conjunto.

(3) Quanto ao "Terceiro Segredo", o Cardeal Ratzinger dá uma visão singular do seu conteúdo, ao dizer-nos as razões para os Papas não o terem querido publicar até agora.

(a) Com referência à primeira razão: Ao dizer que o seu conteúdo é já uma revelação apostólica (a primeira razão dada para o silêncio do Papa), o Cardeal aponta para aspectos desta revelação que se encontram, em particular, no "Terceiro Segredo" — isto é, para além da conversão necessária, a seriedade da história, os perigos quen nos ameaçam e os últimos acontecimentos do fim dos tempos. Para quem tiver lido e saiba um pouco sobre Fátima, estas três razões são transparentes. A seriedade absoluta da história significa que os factos da história temporal, social, política e militar estão directamente relacionados com a história da salvação. Ora o facto histórico que é o ponto central da Mensagem de Fátima, como de todo o Século XX, é o Comunismo ateu e militante e a sua expansão por todo o mundo, começando pela Rússia Soviética. É, portanto, a este factor da maior importância que o Terceiro Segredo se refere. O mal desta suprema revolta contra Deus é consequência e castigo dos pecados que a precederam. Por sua vez, torna-se motivo de pecado e instrumento de castigo de um mundo que cada vez mais rejeita a Deus.

É a esta forma extrema de castigo que o Cardeal Ratzinger se refere, ao falar dos "perigos que ameaçam a Fé e a vida do Cristão, e, consequentemente, do mundo." Até especifica a natureza e a ordem destes males: a perda da Fé, a perda da vida (temporal e eterna, física e espiritual) por parte dos Cristãos e, consequentemente, a perda da vida — ou seja, a destruição do mundo. O ateísmo é o mal fundamental do nosso tempo, o mal que a revelação profética de Fátima veio combater deste o princípio. Ameaça arrastar todos os homens, até mesmo os Cristãos.

A sua consequência final é a destruição do mundo: isto também está contido na revelação apostólica. A Teologia estuda os acontecimentos desta fase final da história no tratado De Novissimis. Distingue entre os últimos fins do Homem como indivíduo (morte, juízo, Céu, inferno, purgatório) e os últimos fins do Homem em sentido colectivo (o regresso de Cristo ou parousia, a ressurreição da carne, o juízo universal, o fim do mundo e a sua transformação). É referindo-se a uns e outros aspectos [dos últimos fins do Homem] que o Cardeal fala dos "novíssimos": quanto ao primeiro aspecto, porque o que é importante para cada um nesta Mensagem é a salvação da sua alma; mas também quanto ao segundo aspecto, e talvez ainda mais, por causa da "seriedade da história" – em que tudo hoje tem uma dimensão global, de que não podemos excluir a possibilidade da destruição universal, com armas atómicas — que nos confronta necessariamente com a possibilidade do fim do mundo.

(b) Com referência à segunda razão: Que o conteúdo do Terceiro Segredo é de enorme gravidade, confirma-se pela segunda razão para o silêncio dos Papas — o desejo de evitar uma confusão entre profecia e "sensacionalismo." Este desejo reconhece implicitamente a natureza "sensacional" desta Mensagem e, por isso, deixa que o compreendamos. Preocuparia quem tomasse conhecimento dele e daria lugar a uma especulação sem limites. É para evitar estas consequências deploráveis que, "pelo menos por agora", os Papas acharam preferível manter-se em silêncio quanto a este Segredo.

Façamos notar, porém, que falar de escatologia não é anunciar o fim do mundo, porque nada é mais misterioso do que estes "Novíssimos." E parece que deve passar um certo período de tempo entre os primeiros factos que anunciam o regresso de Cristo e esse mesmo regresso. Seriam, portanto, esses primeiros factos que aqui nos interessam. Consistem, em primeiro lugar, numa mobilização e no desencadear das forças do mal, à escala global, contra Cristo e a Sua Igreja, em seguida na vitória de Cristo sobre essas forças, momentariamente triunfantes (Apocalipse 13:7), e finalmente, a seguir a esta vitória, uma renovação extraordinária da Igreja, na qual será possível ver uma primeira manifestação do glorioso Reino do Senhor.

Vivemos neste momento na altura em que se desencadeiam cada vez mais as forças do inferno. A sua vitória iminente, a sua derrota, e a vinda do Reino de Cristo devem ser o conteúdo do Terceiro Segredo. É formidável só porque descreve correctamente a vitória do inferno. Mas continua a ser uma Mensagem de Salvação, e, portanto, de esperança, porque anuncia ao mesmo tempo a vitória de Cristo sobre as forças do mal e o estabelecimento do Seu Reino; e tanto a vitória como o Reino serão alcançados através de Maria e do Seu Imaculado Coração (Apoc. 12).

(V) A confirmação desta Mensagem

Segundo o Prefeito do que era antigamente o Santo Ofício, encontra-se a confirmação desta Mensagem tanto noutras aparições da Santíssima Virgem como no que já se conhece da Mensagem de Fátima. De entre as outras aparições, pensamos, antes de mais, na de La Salette, mas também noutras que ocorreram mais recentemente, como, por exemplo, a de Garabandal, que foi sempre seguida com atenção e simpatia pelo Santo Ofício.

Mas, para nos limitarmos a Fátima, é necessário recordar que aquilo a que se chama "O Terceiro Segredo" é, na realidade, apenas a terceira parte da Mensagem dada aos pastorinhos em 13 de Julho de 1917, da qual as duas primeiras partes já conhecemos. Estas três partes, portanto, formam um todo, e a terceira parte só se pode compreender de acordo com as duas anteriores. Ora estas recordam-nos a existência do inferno, uma visão do qual foi dada aos pastorinhos, e anunciaram, de forma condicional, a Segunda Guerra Mundial e a expansão do Comunismo por todo o mundo. A primeira parte fala-nos, pois, do castigo eterno merecido pelo supremo pecado de recusar a Deus e a Sua misericórdia; a segunda parte anuncia-nos, na forma de uma ameaça para nos pôr em guarda, dos castigos temporais deste mesmo pecado. Para nos fazer evitar estas duas formas de castigo, através da Sua Mãe, Deus pede-nos, mais uma vez, orações e sacrifícios e, além disso, oferece-nos um último recurso para alcançar misericórdia: o Imaculado Coração da Sua Mãe, que também é a nossa. Pede a devoção de todos e a consagração da Rússia a este Imaculado Coração, que é o instrumento da Sua graça e da Sua misericórdia.

Com base em tudo isto, e como ainda não se atendeu aos pedidos de Deus, nem quanto à conversão nem quanto à devoção e conversão ao Coração de Maria Imaculada, a terceira parte do Segredo de 13 de Julho de 1917 não pode deixar de denunciar a expansão do pecado de ateísmo e anunciar os castigos que serão proporcionais a esse pecado. Quando compreendemos o ponto a que chegámos hoje, e a influência crescente do Comunismo e das outras forças do mal no mundo, e até mesmo dentro da Igreja, é compreensível que o conteúdo do "Terceiro Segredo" seja terrível e que possa causar "sensação."

Mas será esta razão suficiente para continuar a ser um segredo?

(VI) Conclusões práticas

Lendo estas declarações e reflectindo sobre o seu conteúdo e implicações, não podemos deixar de fazer duas perguntas: Que havemos de pensar de tudo isto? E que havemos de fazer?

Por nossa parte, pensamos que o Cardeal dá prova, ao mesmo tempo, de audácia e de prudência.

De audácia, antes de mais, porque não pode ignorar as implicações das suas palavras, que são transparentes para quem tiver feito algum estudo do mistério profético de Fátima. Mas também de prudência, porque não diz nada que nós já não saibamos ou não possamos saber através de uma análise cuidada do "dossier de Fátima."

O que, pelo contrário, não convence são as razões que levaram os Papas a manter o silêncio. Não é que haja outras, além das que aqui nos dão. O que não é evidente é a sua validade como base para a decisão de manter o silêncio. Porque, por definição, toda a revelação profética não pode deixar de repetir o conteúdo do Evangelho ou da revelação apostólica; este acordo com a verdade revelada da Fé é, de facto, a primeira condição da verdade de uma profecia. Mas esta é, precisamente, a razão de ser da profecia como tal: fazer recordar o Evangelho segundo as necessidades precisas de um determinado momento da vida da Igreja. Ora a necessidade mais urgente do nosso tempo é a conversão, acompanhada de sacrifício e de reparação; e a exposição dos males provocados pelo pecado é dos meios mais relevantes, senão o maior, de estimular a conversão. A história do povo de Deus no Velho Testamento e as vidas dos santos assim o demonstram. Basta apenas abrir o Livro de Jonas: o seu apelo à penitência foi acompanhado pela ameaça da destruição de Ninive. Ora foi esta ameaça que decidiu o Rei e o povo a fazerem penitência. E Ninive fez penitência. "E Ninive não foi destruída."

Quanto à forma sensacional que a profecia toma muitas vezes, o exemplo bíblico que acabámos de citar mostra que, por vezes, até mesmo na maioria dos casos, é algo inerente à Divina Mensagem. Quando pensamos nas profecias de Elias, Isaías e Jeremias e de todos os profetas de antes do exílio, vemos que eles não anunciaram nada menos que a tomada e destruição de Jerusalém, o que, de facto, constituía um acontecimento "sensacional" e até mesmo absolutamente impensável para um judeu daquele tempo.

Então, o que devemos fazer? Recordemos as palavras desta declaração: "pelo menos por agora"; e que até agora os Papas decidiram manter o silêncio. Lúcia desejaria que falassem, depois da sua morte ou depois de 1960 (cf. De Marchi, Témoignages sur Fatima, 2ª edição, p. 117). Conservemos, pois, a esperança.

Acima de tudo, no que nos diz respeito, compreendamos o apelo angustioso do Coração de Maria, Mãe da Igreja, e de todos a Ela confiados. No Seu amor misericordioso, Ela pensa apenas em salvá-los. Compreendamos, pois, o Seu sofrimento ao vê-los cair cada vez mais no pecado, apressando assim a sua perdição. Ao fazer pela nossa conversão, rezemos, sacrifiquemo-nos, façamos com que a Mensagem de Fátima seja conhecida e compreendida em todas as suas implicações, para que os homens se convertam e a Hierarquia cumpra os deveres que lhe são exigidos, para que os castigos que nos ameaçam sejam evitados, ou pelo menos diminuídos, e para que a paz seja dada ao mundo e a salvação às almas, através do Imaculado Coração de Maria e do Sagrado Coração de Jesus: para que se estabeleça por todo o mundo o Seu Reino de amor.

Nota:

  1. Não é preciso lembrar que este artigo foi escrito antes da declaração pública sobre o Sínodo extraordinário em Novembro/Dezembro de 1985. - Ed.



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