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Perspectivas Sobre Fátima
Perspectivas sobre Fátima

O Padre Nichols lança uma bomba:

Sugere um novo procedimento de Direito Canónico
para corrigir um Papa transviado

por Christopher A. Ferrara
18 de Agosto de 2017

Com uma sinceridade cada vez maior, a imprensa católica estabelecida tem vindo a reconhecer que o pontificado bergogliano apresenta um perigo claro e presente para a Igreja.

Agora o resolutamente estabelecido Catholic Herald entrou na liça com um artigo que relata os comentários explosivos do Padre Aidan Nichols, autor e teólogo de renome, que é um dos signatários de uma carta de 45 padres e teólogos ao Colégio dos Cardeais a respeito dos erros manifestos da Amoris Laetitia (AL).

Segundo o Catholic Herald, o Padre Nichols, falando na conferência anual de um grupo ecuménico — o que parece improvável — propôs que, considerando as declarações do Papa sobre assuntos como o matrimónio e a lei moral, a Igreja talvez precisasse de “um procedimento para chamar à ordem um Papa que ensina o erro.”

O Catholic Herald relata que Nichols observou que tal procedimento iria “‘dissuadir os Papas de qualquer tendência a desviar-se doutrinalmente ou cair simplesmente em negligência’ e responderia a algumas ‘ansiedades ecuménicas de Anglicanos, Ortodoxos e outros que receiam que o Papa tenha carta branca para impor qualquer doutrina. De facto, pode ser que a actual crise do magisterium romano seja providencialmente destinada a chamar a atenção para os limites da primazia a este respeito.’”

Que suprema ironia, observar que os Anglicanos e os Ortodoxos se preocupam com a possibilidade de um Papa extraviado pensando que tem o direito de impor qualquer doutrina que lhe venha à cabeça!

Comentando publicamente a AL pela primeira vez (visto que a carta dos 45 foi divulgada à imprensa), o Padre Nichols “mencionou algumas das mesmas preocupações da carta; sublinhou, por exemplo, que a Amoris Laetitia podia parecer que sugere que a vida monástica não era um estado mais alto do que o matrimónio – um ponto de vista condenado como herético pelo Concílio de Trento.”

Quanto à interpretação da AL segundo a qual “os divorciados e recasados podem receber a Sagrada Comunhão sem fazer por viver ‘como irmão e irmã’”, que é claramente a interpretação que o Papa Francisco tem vido a defender insistentemente, isto parece apoiar o que Nichols descreveu como “um estado de vida até agora nunca visto. Numa análise franca, este estado de vida é de concubinagem tolerada.”
Pior ainda na AL, observou o Padre Nichols, é a “descrição de uma consciência que ‘reconhece que uma dada situação não corresponde objetivamente às exigências do Evangelho’, mas que vê ‘com uma certa segurança moral... o que por agora é a resposta mais generosa [que pode ser dada a Deus].” Assim, a AL parece declarar “que os atos condenados pela lei de Cristo podem por vezes ser moralmente certos ou até mesmo pedidos por Deus.”

Pior ainda, disse Nichols, é a espantosa afirmação da AL de que alguém “pode conhecer muito bem a regra [a lei moral, incluindo o Sexto Mandamento], mas... estar numa situação concreta que não lhe permita agir de forma diferente e decidir doutra maneira sem pecar mais.” Pelo contrário, apontou Nichols, “o Concílio de Trento condenou solenemente a ideia de que é impossível observar ‘os Mandamentos da Lei de Deus até para um homem que esteja justificado e estabelecido em graça.’”

A consequência desastrosa da evidente aprovação que a AL faz do relativismo moral, concluiu Nichols, é que “nenhuma área da moralidade cristã pode ficar incólume.” E embora, segundo o Catholic Herald, Nichols “disse que seria preferível pensar que o Papa foi simplesmente ‘negligente’ na linguagem que empregou, do que ter ensinado ativamente um erro... isto pareceria duvidoso, considerando as notícias de que a Congregação para a Doutrina da Fé tinha sugerido correções à Amoris Laetitia, e foi ignorada.” (ênfase acrescida.)

O Papa, acrescentou, “pode ser o juiz supremo de recurso da Cristandade… mas isso não o torna imune a perpetrar erros doutrinais. Surpreendentemente, ou talvez não tão surpreendente assim, dada a piedade que rodeou as figuras dos Papas desde o pontificado de Pio IX, este facto parece ser desconhecido de muitos que tinham obrigação de saber.”

E assim torna-se claro, de dia para dia, para os Católicos de boa vontade que estamos atualmente no meio de uma catástrofe pontifícia sem precedentes.

Ainda resta saber como isto acabará, mas podemos estar certos de que a sua resolução está ligada à Mensagem de Fátima integral.




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