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Perspectivas Sobre Fátima
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A loucura que é o "ecumenismo"

por Christopher A. Ferrara
9 de Dezembro de 2017

Há mais de meio século que a Igreja Católica tem sido fustigada por um colapso generalizado da fé e da disciplina, comparável no seu âmbito à crise ariana. Mas ao contrário da crise ariana, esta crise que ainda hoje continua não foi provocada por uma só heresia explícita, mas por um enxame de novidades do foro litúrgico e pastoral que abriram o caminho para o desenvolvimento de numerosas heresias através da Igreja enquanto que o ensino autêntico da Igreja evita qualquer “revogação” oficial.

Monsenhor Guido Pozzo, Secretário da Comissão Pontifícia Ecclesia Dei, descreve assim o processo: “Uma maneira estranha de pensar entrou no mundo católico, criando confusão, seduzindo muitas almas e desorientando os fiéis. Há um ‘espírito de auto-demolição’ que penetra o modernismo...” 

Há três veículos principais de penetração desta maneira estranha de pensar na Igreja:

Primeiro, um novo rito da Missa, projectado por uma comissão, que resultou naquilo que o Cardeal Ratzinger admitiu ser “o colapso da liturgia.”

Segundo, uma obsessão com o “diálogo” até excluir a missão da Igreja como o único depósito da verdade revelada, Mãe e Mestra de toda a humanidade. 

Terceiro, o “ecumenismo,” que abusa a Esposa de Cristo, tentando baixá-la ao nível de organizações de criação humana, cheias de corrupção doutrinal e moral, com o resultado de que quem estiver fora da Igreja permanece confirmado nos seus erros, ao mesmo tempo que inúmeros Católicos absorvem os mesmos erros numa espécie de equilíbrio termal com o mundo, para o qual, como nos dizem, a Igreja se “abriu” desde o Vaticano II.

Sobre o “ecumenismo” em particular, não é exagero dizer que desceu a uma completa loucura eclesial, como vemos nesta fotografia, que mostra o Vigário de Cristo a abraçar uma falsa “Bispa,” uma tal Antje Jackelen, que se refere a si própria como “Arcebispa” Luterana de Uppsala e “primaz” da “Igreja” da Suécia. Apenas com este gesto escandaloso, que teve lugar na sua visita a Lund, Suécia para “comemorar” a rebelião protestante como se fosse um feliz acontecimento, Francisco confirmou esta mulher na sua ilusão diabólica de que é uma espécie de sucessora dos Apóstolos, capaz de receber Ordens, e que a sua “Igreja,” que admite a contracepção, o aborto e a sodomia, além de numerosas heresias, tem um mandato válido de Deus.

E agora a mesma “Igreja” “votou para adoptar um novo manual controverso que diz que as referências masculinas a Deus, tais como ‘Ele’ e ‘Senhor’, devem ser retiradas para se ser mais ‘inclusivo.’” Ao mesmo tempo, uma preeminente ministra homossexual daquela “Igreja,” aclamada como “a primeira Bispa lésbica do mundo,” propôs retirar todos os símbolos cristãos do edifício da sua igreja, e marcar no interior a direcção de Meca para a conveniência dos muçulmanos, transformando essencialmente o edifício numa mesquita.

Estes são os impostores que o Vigário de Cristo dignificou ao abraçar a cabeça de uma verdadeira cabala de bruxas pagã que se considera uma Igreja. Mas este é apenas um de inúmeros sinais de uma doença eclesial como a Igreja nunca tinha experimentado.

É impossível ver como qualquer “normalista” católico pode continuar a negar que a Igreja Católica está a passar pela pior crise de toda a sua história, um desastre de proporções apocalípticas, sem dúvida profetizado no Terceiro Segredo de Fátima, do qual a Igreja só pode ser salva por uma intervenção muito dramática da Virgem Mãe de Deus.

É a nossa esperança no meio desta loucura.




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