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Últimas Novidades sobre os “Disparates Ecuménicos”
Ortodoxos da Geórgia Repreendem Francisco:
Uma Irónica Evolução dos Factos.

por Christopher A. Ferrara
3 de Outubro de 2016

Enquanto eu escrevo esta coluna, o Papa Francisco está na República Democrática de Geórgia, situada entre o Mar Negro e o Mar Cáspio. Por que motivo seria necessária esta recente viagem pontifícia está muito longe de ser evidente, embora isso também seja virtualmente verdade para todas as viagens do Papa que se fizeram desde o Concílio Vaticano II.  Esta coisa do Papa ser do jet-set é só mais outra das novidades indignas que têm dissipado a energia e os recursos da Igreja ao longo dos últimos 50 anos.

Estava prevista outra inútil reunião ecuménica num estádio de Tbilisi, capital da Geórgia, com a Igreja Ortodoxa desse país a participar na Missa Pontifícia por meio de Bispos seus delegados. Mas nenhum deles apareceu; e apenas 3.000 pessoas estiveram presentes num estádio com lugares para 27.000 pessoas. O que aconteceu, então?

Ora, como noticia a UPI, parece que os Ortodoxos da Geórgia não querem ter nada a ver com espetáculos ecuménicos que aparentam uma concórdia que na realidade não existe: “Esperava-se que os líderes da Igreja Ortodoxa da Geórgia enviassem delegados à cerimónia, mas nenhum dos Bispos Ortodoxos apareceu. O porta-voz do Vaticano, Greg Burke, informou terem sido as próprias regras ortodoxas que mantiveram os Bispos à distância. Numa declaração publicada no site da Igreja Ortodoxa, a Igreja dizia aos seus seguidores que não podiam participar na missa.

-Que ironia esta!... É que houve uma época, e olhem que não foi assim há tanto tempo – foi há menos de sessenta anos! – em que as regras católicas proibiam os Católicos de participar em liturgias de outras religiões.  O Papa Pio XI, apenas 34 anos antes de o Concílio Vaticano II ter aberto o caminho para o caos na Igreja, tornou bem clara a razão de ser desta disciplina perene da Igreja Católica:

Assim, Veneráveis Irmãos, é clara a razão pela qual esta Sé Apostólica nunca permitiu que os seus súbditos fossem presentes a reuniões de não-Católicos, porquanto não é lícito promover a união dos Cristãos senão promovendo o regresso à Única e Verdadeira Igreja de Cristo dos que são dissidentes,dado que outrora, infelizmente, dela se apartaram. O regressoà Única e Verdadeira Igreja de Cristo – dizemos nós – que sem dúvida é a todos manifesta e que, pela vontade do seu Autor, permanecerá perpetuamente tal qual Ele A instituiu para a salvação de todos. Assim também, a Esposa Mística de Cristo nunca se contaminou com o decurso dos séculos nem, em época alguma, poderá ser contaminada, como Cipriano o atesta: “A Esposa de Cristo não pode ser adulterada: ela é incorrupta e pudica. Ela conhece uma só casa e guarda com casto pudor a santidade de uma só câmara nupcial.”

Repare-se que Pio XI falava apenas de assembleias ecuménicas envolvendo Católicos e Protestantes. A ideia da participação Católica em cerimonias religiosas mistas com Protestantes e/ou outros não-Católicos era explicitamente proibida pela lei da Igreja segundo o código da lei canónica de 1917: “É ilegal que os fiéis assistam de qualquer maneira ativa, ou tomem parte nos serviços religiosos de não-Católicos.” (Cânone 1258.1) A única exceção era “a presença passiva ou apenas material de Católicos nos funerais e casamentos de não-Católicos… devido a deveres cívicos ou de honra, por um motivo grave que, em caso de dúvida, deve ser aprovado pelo Bispo, e desde que não haja qualquer perigo de perversão ou de escândalo.” (Cânone 1258.2)

Hoje, depois de meio-século de “ecumenismo”, a Igreja está atormentada por uma sucessão interminável de liturgias “ecuménicas” mistas que os Papas pré-conciliares não podiam ter imaginado, nem sequer nos seus piores pesadelos. Mas, levando esta loucura a um novo nível, Francisco está agora a preparar uma viagem à Suécia para, ainda este mês, participar numa liturgia mista com falsos Bispos luteranos, “comemorando” a rebelião protestante e a vida do frade maníaco de Wittenburg que a iniciou!

A hierarquia ortodoxa da Geórgia merece uma vénia por manter algo que desapareceu da hierarquia católica, enredada que está na pior crise que a Igreja Católica alguma vez sofreu: uma zelosa solicitude pela integridade da sua religião, não deixando que ela seja corrompida pela sua participação na liturgia Católica – uma liturgia que, por muito irónico que pareça, os Ortodoxos vêem como um horror liberalizado.

O que poderemos nós dizer quando os Bispos Ortodoxos cismáticos têm mais solicitude pela integridade da sua seita cismática do que a que têm os líderes da Única Verdadeira Igreja pela integridade da Única Verdadeira Religião? Só podemos dizer que esta é, precisamente, a crise que o integral Terceiro Segredo indubitavelmente vaticina: a “desorientação diabólica” na Igreja, a começar pelo cimo!

E pensar que tudo isto se poderia ter evitado, se a Rússia tivesse sido devidamente consagrada ao Imaculado Coração de Maria!  Mas agora, ao que parece, o Céu terá de fazer acontecer a Consagração do modo mais duro: com a punição da Igreja e do mundo, tal como foi predito na enigmática visão apocalíptica – que o Vaticano nos quer fazer crer que é a totalidade do Terceiro Segredo, e que o corrupto Cardeal Sodano “interpretou” como não sendo mais do que uma representação de acontecimentos do Século XX. -De modo algum!




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