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Outra Semana, Outra Purga Bergogliana

por Christopher A. Ferrara
31 de Outubro de 2016

Logo a seguir a uma purga de todo o aparelho vaticano que trata do casamento e da família, tendo os seus gabinetes sido entregues a proponentes da Sagrada Comunhão dada a adúlteros públicos em “segundos casamentos”, como eu debati aqui e aqui, Francisco acaba agora de purgar todos os membros da Congregação para o Culto Divino (CCD), deixando apenas o seu chefe, o Cardeal Robert Sarah, isolado e impotente.

A ação veio pouco depois de o Cardeal Sarah ter ousado sugerir que os padres deveriam regressar à celebração da Missa voltados para Deus, no altar. Veja-se o que relata, com evidente assombro, a catholicculture.org:

“Numa ação chocante, o Papa Francisco substituiu todos os membros da Congregação para o Culto Divino, entidade que, no Vaticano, tem a seu cargo as questões litúrgicas. É rotina que o Romano Pontífice nomeie alguns membros novos para cada Congregação, substituindo assim os membros que já aí prestaram serviço durante vários anos. Mas no dia 28 de Outubro, o Vaticano anunciou que o Papa Francisco nomeara 27 novos membros para a Congregação para o Culto Divino, transformando completamente a composição dessa entidade.”

“As novas nomeações dão um carácter claramente mais liberal” à CCD – continua o relatório. -Porque será que eu não estou nada surpreendido?  Até mete medo ler a lista dos membros substitutos, comparando-a com a lista dos que foram extirpados. Os novos membros incluem uma manada de liberais certificados: o Cardeal Pietro Parolin, que é o Secretário de Estado; o Cardeal Beniamino Stella, que é o Prefeito da Congregação para o Clero; e o Cardeal Gianfranco Ravasi, o presidente ambicioso e pseudo-intelectual do Conselho Pontifício para a Cultura.

Mas ainda há pior: Francisco engendrou o regresso ao poder sobre a liturgia do Arcebispo Piero Marini (não confundir com Guido Marini, atual mestre de cerimónias para as celebrações litúrgicas pontifícias), uma vez que ele se encontra entre os novos membros da CCD. Piero Marini foi discípulo do infame Annibale Bugnini, arquiteto da Nova Missa, que foi retirado e exilado para o Irão depois de Paulo VI ter lido um dossier a documentar alegações sobre a sua filiação maçónica (um dossier cuja existência o próprio Bugnini admitira na sua autobiografia de 800 páginas de auto-elogio, ao mesmo tempo que nega ser maçom).

Como observou o Padre Brian Harrison, um respeitado teólogo-sacerdote e meu amigo de sempre num comentário enviado por email e publicado por Catholic Family News, Piero Marini é:

“…um opositor vocífero das tendências tradicionais na liturgia. No tempo de João Paulo II orquestrou novidades litúrgicas, tais como leitoras de peitos nus numa Missa papal na Papua-Nova Guiné, e uma variedade de outras formas duvidosas de ‘enculturação’. Na Missa papal de 1995 em Sydney, para a primeira beatificação na Austrália (da Beata, agora Santa, Mary McKillop), em conluio com as freiras liberais e sem hábitos que dominam a congregação fundada pela Madre McKillop e que já está em decréscimo, Marini substituiu o Credo por uma ladainha pró-ecológica inventada, substituiu o rito penitencial por uma dança pagã feita por um aborígene pintado e meio-nu a expulsar os espíritos malignos com uma lata de alumínio a deitar fumo, e havia ainda o enorme grupo de ministros eucarísticos leigos que, durante a Consagração elevavam cibórios cheios de Hóstias, quase como se fossem ‘concelebrar’.”

Ao mesmo tempo, a mais recente purga bergogliana elimina todos os conservadores litúrgicos da CCD, incluindo os Cardeais Raymond Burke, Angelo Scola e George Pell – todos três oponentes do esforço implacável de Francisco para admitir adúlteros públicos aos Sacramentos – Marc Oullet, Angelo Bagnasco e Malcolm Ranjith, este último talvez o mais conservador de todos eles.

Veja-se o que observa o Padre Harrison:

“Esta eliminação quase completa dos membros eleitores de uma Congregação inteira, feita de um só golpe – algo que nos parece sem precedentes na História do Vaticano– é também, na realidade, um malogro agudo contra o Papa Emérito Bento XVI, porque o foco do seu legado pontifício foi uma restauração da tradição, da dignidade e do Latim na Sagrada Liturgia. Assola-nos um profundo pressentimento tenebroso sobre que mudanças haverá quanto ao modo como eles quererão que prestemos culto, sendo isso um possivel presságio do modo como será minada, pela assombrosa purga papal que hoje aconteceu, a livre prática autorizada por Bento XVI do Rito Latino Tradicional.”

-Evidentemente! E para aumentar a nossa preocupação, enquanto escrevo esta coluna [a 28 de Outubro] Francisco está a preparar-se para viajar até Lund (Suécia), onde irá participar numa “comemoração” chocante e inteiramente escandalosa de Lutero e da Sublevação Protestante, havendo no ar indícios tormentosos de uma catastrófica abertura à “inter-comunhão” com Luteranos em “certos casos” – no mesmo momento em que os adúlteros públicos em “certos casos” estão já a ser admitidos (em certos lugares) a receberem a Sagrada Comunhão, continuando na mesma a viver em adultério.

-Se isto não é o desenrolar do Terceiro Segredo de Fátima, então não consigo imaginar o que Nossa Senhora terá confiado aos Três Pastorinhos depois de lhes ter dito, ao inicio do Segredo, “Em Portugal, se conservará sempre o dogma da Fé.”

-Que Deus nos ajude e socorra! 




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